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Mostrando postagens de novembro, 2017
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POR QUE PARTICIPAR DE UMA FRENTE AMPLA? A QUEM CORRESPONDA Brasília, 17 de novembro de 2017. Luiz Fenelon Como é de conhecimento geral e agora até reconhecido pelos golpistas, em 2016 houve um GOLPE político no Brasil que retirou do Governo uma Presidente legitimamente eleita. Não vou entrar em detalhes sobre o Golpe e sobre o papel exercido pela mídia, a covardia e cumplicidade do judiciário e o papel vergonhoso da maioria dos congressistas. Também, no momento, não é o caso de mencionar o setor financeiro, o empresariado industrial e agrário que apoiou e incentivou o Golpe. Sabemos que parte do funcionalismo público, particularmente o de maiores salários e mesmo os integrantes da empresas públicas e autarquias, apoiaram o Golpe com entusiasmo. A resistência coube aos movimentos sociais, a personalidades democráticas, aos partidos de origem popular e parte do movimento sindical. Apesar de grandes mobilizações, que muitas vezes superaram as manifestações dos g...
WILLIAM WAACK O Brasil tem que ser passado a limpo. Suas origens e entranhas são mostradas como nunca.  A conciliação nacional passa pelo reconhec imento que somos uma nação fundada no massacre indígena, na escravidão negra, na exclusão dos pobres e na subserviência da classe média que se sente como "elite" ao desempenhar o papel de capacho. O Brasil está sendo assaltado em novo colonialismo e fraturado entre a elite participante e integrante do Império Financeiro, de setores endinheirados cúmplices e beneficiados, de setores médios que se sentem ricos ao servir a elite e a imensa maioria que deveria ser a dona legítima de seu trabalho e riqueza e que a cada momento percebe que seus direitos estão sendo esbulhados e suas riquezas tomadas... São os que lutam diariamente para sobreviver, são os que se matam a cada momento de exaustão em àrduos trabalhos no campo e nas cidades, são as mulheres que cumprem dupla jornadas e ainda são vítimas ...
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FICÇÃO II -  LISARB Brasília, 8 de novembro de 2017 Luiz Fenelon Retomando do capítulo passado... Como era a continuidade dos seriados dos anos 50s? Alguém se lembra? Era emocionante. Toda a sexta feira, no Cine Popular em Divinópolis, tinha o seriado. Imperdível. Era Flash Gordon, Zorro, Super Homem, Tarzan, Lanceiros de Bengala. Como nós torcíamos e gritávamos quando a cavalaria ligeira chegava para matar os índios que cercavam os pobres colonos brancos! Achávamos uma beleza ver os índios morrendo. O mesmo acontecia com os Lanceiros de Bengala, comandados pelos ingleses, em algum país remoto, matando nativos... ou os franceses da Legião Estrangeiras, no deserto do Sahara, matando os ferozes beduínos que os atacavam. Era uma diversão enorme ver os mocinhos, tão bons, arrancarem a cabeça dos selvagens. Se alguém duvida, é só pesquisar. Assim eram os filmes para criança naquela época. Lições didáticas da história ocidental. Bem, voltando ao assunto da Ficção I, ...

FICÇÃO I - A ARRET

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Brasília, 6 de novembro de 2017 Luiz Fenelon Hoje tomei uma decisão. Já que a realidade do mundo e do meu País superam qualquer fantasia e que ater-me aos fatos e informações comprováveis exigem muito tempo, dinheiro, acesso a fontes e capacidades que estão além do meu alcance, vou optar pela ficção. Nela, pelo menos posso dar vazão a minhas intuições, expectativas e, inclusive medos, além de livrar-me de qualquer processo de quem se sinta aludido. Afirmo categoricamente: QUALQUER SEMELHANÇA DO QUE AQUI É FALADO, COM FATOS REAIS, É MERA COINCIDÊNCIA. Aqui vamos em nossa nave espacial e chegamos a um bonito planeta chamado ARRET. Nele viviam bilhões de seres bípedes. A grande maioria batalhando desesperadamente a cada dia para sobreviver, um outro tanto, sobrevivendo em atividades diversas, a maioria delas mecânicas, sem sentido, repetitivas e executadas durante a maior parte do dia. O que sobrava de tempo era dedicado a deslocamentos para o trabalho, para o descans...